Não há dúvidas, o Facebook é a rede mais popular do mundo, e a Argentina não é a exceção. Calcula-Se que atualmente tem cerca de 23 milhões de usuários no país. Mas, além de alto registro, também tem uma vantagem: curta a abandonam.

De acordo com um estudo realizado pela Transportadora e Associados, apenas 3% dos que usaram a rede social de Mark Zuckerberg, a deixaram. O extremo oposto? O LinkedIn, uma rede social? de trabalho, que tem uma taxa de abandono altíssima: 39%. Ele pisa os calcanhares Snapchat, a plataforma de fotos e vídeos breves que foi furor entre os mais caras, e que muitos grandes subiram… para acabar fugindo. 38% dos usuários parou de usá-lo.

 

O caso de Snapchat é emblemático. Em seu blog, Henrique Carrier descreveu a seqüência habitual do público, que começou a utilizá-lo. 1. A ver o que é isso de Snapchat, 2. Eu não entendo nada, 3. Isso é para adolescentes, 4. Abandono…

Entre o abandono extremo de Snapchat e LinkedIn, e a fidelidade quase absoluta de Facebook, há vários degraus. O Twitter não é tão fácil de usar, é por isso que muitos o abandonam. Além disso, o conteúdo costuma estar aberto, mesmo para os que não participam da rede. E muitas vezes é reproduzido pela mídia, que levantam tweets (ou posts no Instagram) dos famosos.

O abandono no Twitter é de 28%, o mesmo valor que o Pinterest, uma rede social que parece atraente, mas com o tempo a gente deixa de encontrá-lo útil.

A mais popular na atualidade, e a que mais cresce, é o Instagram. Perde poucos usuários, somente 16%, e já se tornou a segunda rede mais usada do país. No mundo, a diferença é ainda mais volumosa: Instagram tem mais de 700 milhões de usuários mensais, contra os 300 de Twitter.

 

Origem: tn.com.ar