O melhor e mais eficaz é conversar com os filhos sobre o como se apresenta e em que consiste o grooming, o ciberbullying sexual.

Identificar juntos quais são os perigos e falar sobre como evitá-los.

se Informar sobre as redes sociais que usam os caras, aprender a usá-los e saber quais são suas propriedades para antecipar situações de risco.

Conhecer as diferentes plataformas, as suas políticas de segurança e como são instalados. Instalá-los em família pode ser uma boa atividade.

Acordar locais, horários e condições para estar mais perto quando as crianças usam o computador, celular ou console.

Utilizar ferramentas de controle dos pais para impedir o acesso de crianças a conteúdos na web que não são convenientes para eles.

Estar atentos aos humor os caras. Ansiedade, medo e isolamento podem ser sintomas de que estão sendo vítimas de violência, abuso, extorsão.

Observar se apagam um dispositivo quando alguém entra no quarto ou se sobressaltam.

Mostrar-se como um adulto usuário responsável, não compartilhando imagens ou conteúdos íntimos, que forneçam dados que exponham a família desnecessariamente. Os filhos aprendem os hábitos dos pais.

Se o grooming já se concretizou, fazer a denúncia na delegacia de polícia ou ministério público é a conduta mais adequada. É um crime que tem pena de 6 meses a 4 anos de prisão e há um corpo especializado da polícia.

Não apagar as mensagens ou bloquear os endereços, pois isso irá dificultar o id do assediador.

Os caras são vítimas de um agressor, um pedófilo, um especialista em enganar e manipular. Não têm que ser punidos, merecem contenção. Depende o que aconteceu, precisarão de atenção médica ou psicológica.

Origem: tn.com.ar